Argoplasma para flacidez: quando funciona e quando não

Conteúdo revisado e validado pelo Dr. Moises De Melo (CRM 52.80607-2), Cirurgião Plástico especialista pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP). O Dr. Moises atua no Rio de Janeiro e é referência em procedimentos estéticos e cirurgias corporais, com foco em resultados naturais e seguros.

O argoplasma pode ajudar na flacidez, mas não é indicado para todos os casos. O resultado depende principalmente do grau de flacidez e da qualidade da pele.

Em situações leves a moderadas, tende a apresentar melhor resposta. Já em quadros mais avançados, pode não ser suficiente quando utilizado de forma isolada.

Entender quando realmente funciona evita expectativa desalinhada e ajuda a escolher o tratamento mais adequado.

Antes e depois do Argoplasma no braço

O que é o argoplasma

O argoplasma é uma tecnologia utilizada para promover retração da pele por meio da aplicação controlada de energia térmica associada ao gás argônio, que ao ser ativado forma um jato de plasma.

Esse processo gera calor nos tecidos, favorecendo a contração das fibras e estimulando a reorganização do colágeno. Além de estimular produção de novo colágeno cerca de 2 a 4 meses após a aplicação.

Como o argoplasma atua na flacidez

O argoplasma atua por meio da aplicação de energia térmica controlada sob a pele, utilizando o gás argônio que, ao ser energizado, gera plasma e promove aquecimento dos tecidos de forma localizada.

Esse aquecimento provoca uma contração imediata das fibras e inicia um processo progressivo de reorganização do colágeno ao longo das semanas seguintes.

Além da contração inicial, o principal efeito ocorre de forma gradual, conforme o tecido responde ao estímulo térmico. Esse processo pode levar algumas semanas até que a melhora da firmeza se torne mais perceptível.

Na prática, o resultado não depende apenas da tecnologia, mas da resposta individual da pele. Fatores como idade, qualidade do colágeno e grau de flacidez influenciam diretamente na resposta ao tratamento.

Peles com maior capacidade de retração tendem a apresentar melhora mais evidente. Já em casos de flacidez mais avançada, com excesso de pele, a resposta pode ser limitada quando o procedimento é utilizado de forma isolada.

Por isso, a indicação adequada é o principal fator para um resultado satisfatório, mais do que a técnica em si.

Em quais situações o argoplasma é mais indicado

O argoplasma é frequentemente utilizado de forma associada à lipo HD (lipoaspiração de alta definição), de acordo com a avaliação de cada caso.

É indicado principalmente quando há retirada de gordura e, como consequência, uma perda de volume que pode evidenciar a flacidez da pele.

Nesses cenários, atua auxiliando na retração da pele, contribuindo para um contorno mais definido após a lipo HD.

Argoplasma para tratar flacidez de da pele em qualquer parte do corpo. Nesse exemplo temos flacidez no braço.

Também pode ser utilizado de forma isolada em casos selecionados, principalmente quando a flacidez é leve a moderada e ainda existe capacidade de retração da pele.

O argoplasma não é utilizado apenas como complemento a outros procedimentos.

Em casos selecionados, é indicado de forma isolada, principalmente quando ainda existe capacidade de retração da pele.

Nessas situações, pode promover melhora da firmeza e adaptação da pele ao contorno, sem necessidade de associação com outras técnicas.

Já em cenários com maior excesso de pele, a conduta costuma ser diferente, podendo envolver associação com outros procedimentos ou indicação cirúrgica, de acordo com a avaliação.

Quando o argoplasma funciona melhor

O argoplasma tende a apresentar melhor resultado em casos de flacidez leve a moderada, quando a pele ainda possui capacidade de retração.

Na prática, isso inclui situações em que há perda inicial de firmeza, mas sem excesso significativo de pele. É comum nesses casos observar uma resposta mais evidente ao estímulo térmico.

Áreas com flacidez localizada, como abdômen, braços ou região próxima às mamas, costumam responder melhor quando o procedimento é bem indicado.

O resultado também está relacionado à qualidade da pele e à capacidade individual de produção de colágeno, fatores que variam de acordo com idade e características do paciente.

Em quais regiões o argoplasma costuma ter melhor resultado

O resultado do argoplasma pode variar conforme a região tratada.

Na prática, áreas com pele mais fina e com melhor capacidade de retração tendem a responder de forma mais evidente.

Regiões como abdômen, braços e áreas próximas às mamas costumam apresentar boa resposta quando o procedimento é bem indicado.

Já áreas com maior volume de tecido ou flacidez mais avançada também podem apresentar melhora, com evolução gradual conforme a resposta da pele ao estímulo.

Antes e depois do argoplasma: exemplo de retração da pele

Quando o argoplasma não é suficiente

A indicação do argoplasma depende do grau de flacidez e da quantidade de pele presente.

Em situações com excesso de pele mais evidente ou flacidez avançada, a retração promovida pode não ser suficiente para atingir um resultado satisfatório.

Nesses cenários, pode ser necessário associar outros tratamentos ou considerar abordagens cirúrgicas, dependendo da expectativa de resultado.

A avaliação correta evita indicações inadequadas e reduz a chance de frustração com o procedimento.

O que esperar do resultado

O argoplasma promove uma contração imediata da pele após a aplicação, devido ao efeito térmico nos tecidos.

Além desse efeito inicial, o resultado tende a evoluir ao longo das semanas, principalmente pela reorganização e estímulo de colágeno.

Na prática, isso significa que já é possível observar uma melhora inicial, mas a firmeza da pele pode continuar melhorando com o tempo.

O grau de melhora varia de acordo com o nível de flacidez e a capacidade de resposta da pele.

Em casos leves a moderados, a retração tende a ser mais evidente. Já em quadros mais avançados, a melhora ocorre de forma mais progressiva, acompanhando a resposta natural do tecido ao estímulo.

A indicação correta é o principal fator para um resultado satisfatório.

Argoplasma ou outros tratamentos?

O argoplasma não deve ser analisado de forma isolada, mas sim em comparação com outras opções disponíveis.

Em casos de flacidez leve, pode ser uma alternativa com boa resposta.

Já em situações mais avançadas, outros tratamentos ou procedimentos cirúrgicos podem ser mais indicados para atingir o resultado esperado.

Argoplasma ou Morpheus: qual a diferença?

O argoplasma e o Morpheus são tecnologias utilizadas para tratar flacidez, mas atuam em níveis diferentes da pele.

O Morpheus combina microagulhamento com radiofrequência, promovendo estímulo de colágeno de forma mais superficial e progressiva.

Já o argoplasma atua em planos mais profundos, com efeito térmico direto, promovendo contração imediata dos tecidos e auxiliando na retração da pele.

Na prática, o Morpheus tende a ser mais indicado para melhora da qualidade da pele e flacidez leve.

O argoplasma costuma ter melhor resposta em casos que exigem maior retração, especialmente quando associado à lipo HD.

A escolha depende do grau de flacidez e do tipo de resultado esperado, já que não são tecnologias equivalentes em intensidade de efeito.

Renuvion ou argoplasma: qual a diferença?

O Renuvion e o argoplasma são tecnologias utilizadas para promover retração da pele, mas apresentam diferenças na forma como a energia é entregue aos tecidos.

O Renuvion utiliza plasma associado à radiofrequência, com liberação de energia mais controlada e foco em retração uniforme da pele.

Já o argoplasma atua com jato de plasma gerado a partir do gás argônio, com efeito térmico mais direto e maior capacidade de contração imediata dos tecidos.

Na prática, o argoplasma tende a ter uma resposta mais evidente em casos que exigem maior retração, principalmente quando associado à lipo HD.

O Renuvion pode apresentar uma retração mais progressiva e controlada, sendo uma opção em casos selecionados, dependendo da qualidade da pele e do grau de flacidez.

A escolha entre as técnicas deve considerar principalmente o nível de flacidez e o tipo de resultado esperado, já que não são equivalentes em intensidade de efeito.

Cuidados na recuperação para um bom resultado

Dúvidas frequentes

O procedimento é realizado com anestesia, o que reduz o desconforto durante a aplicação.

O tempo pode variar de acordo com a área a ser tratada, mas geralmente leva de 30 minutos a algumas horas.

 Existe uma contração inicial, mas o resultado tende a evoluir ao longo das semanas, conforme ocorre a reorganização do colágeno.

 Quando bem indicado e realizado por profissional qualificado, é considerado um procedimento seguro.

Na maioria dos casos, uma sessão é suficiente, podendo variar conforme a indicação.

O Argoplasma pode ser usado em diversas áreas do corpo, como rosto, pescoço, braços, abdômen, coxas e glúteos, lateral da mama, seios e costas.

Sim, após o procedimento, é necessário seguir as instruções do cirurgião plástico para garantir uma recuperação adequada. Geralmente, há um período de repouso e cuidados especiais com a pele de 4 dias, necessitando sempre de drenagem linfática.

É importante proteger a pele tratada do sol e seguir as recomendações do cirurgião plástico quanto à limpeza e hidratação adequadas.

Não. Quando o excesso de pele é muito grande ou a flacidez é mais avançada, a cirurgia é indicada. Em muitos casos, o argoplasma pode ser associado à cirurgia para melhorar a retração da pele. Essa indicação é feita na consulta, de acordo com cada caso.

Os efeitos colaterais podem incluir vermelhidão, inchaço, sensibilidade e formação de crostas temporárias. Esses efeitos costumam desaparecer em alguns dias.

O argoplasma atua com energia térmica associada ao gás argônio para promover retração da pele. Ele não substitui todos os tratamentos para flacidez. A escolha entre argoplasma, Morpheus, Renuvion ou cirurgia depende do grau de flacidez, da qualidade da pele e do objetivo do tratamento.

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Dr. Moises De Melo cirurgião plástico CRM: 52.80607-2

Excelência médica consolidada em mais de 20 anos de experiência em cirurgia plástica, com mais de 4.800 cirurgias realizadas.

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